Programa Danças Somáticas e Tecnológicas #2

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Durante o mês de Março o INVITRO acolhe o  programa Danças Somáticas e Tecnológicas #2. Este é um projecto de criação, produção e formação em Dança-tecnologia, concebido no âmbito geral do projecto Corporealidades Pós-humanas – Rede Festival Simpósio, lançado em 2014 quando da criação do Pólo CIAC/UAb. O programa  propõe uma oportunidade singular para permear a reflexão transdisciplinar em torno da corporealidade e da corporealização na recente condição pós-humana.

Para informações adicionais sobre as Corporealidades Pós-humanas e este programa :
http://posthumancorporealities.weebly.com/

O projecto, e este programa em específico, tem por objectivo reunir artistas, investigadores, cientistas e educadores, e todos os interessados em partilhar uma atenção particular às questões desafiantes da corporealidade perante a ubiquidade das tecnologias digitais.

As abordagens transculturais e transdisciplinares serão inclusivas, integrantes da diversidade e complexidade do humano e da máquina, inteligência artificial, ou ambiente híbrido na era da globalização.

Visa-se integrar a formação e criação num contexto colaborativo de pesquisa, experimentação, e integração da comunidade e do publico, desdobrando para tal o programa num conjunto de actividades de criação, formação e divulgação concatenadas em continua sinergia.

Para tal, o programa inclui um ciclo de 6 workshops, talks e performances. O ciclo de Workhops contará com diferentes abordagens, metodologias e práticas desenvolvidos por coreógrafos/ teóricos com um percurso internacional.

 

Ciclo de Workshops:

WK #1 : Dança Somática em ambiente de realidade mista por Isabel Valverde

WK #2 : Body Alienation  por Valentin Tszin

WK #3: Entrenamiento para pensadores en movimiento por Salud Lopéz

WK #4: Movimento Poético Alternativo por Marta Leirado (cancelado)

WK #5: Entre Real e Virtual – à descoberta da poesia de um corpo por Sofia Fitas (cancelado)

 

Performances e Conversas:

Todas as sextas-feiras de março e até 1 de abril, das 21:30h às 23:00h, no Espaço INVITRO haverá performances e/ou conversas com os artistas / formadores a partir do trabalho realizado nas residências colaborativas:

11 de março: Valentin Tszin e Isabel Valverde

18 de março: Salud Lopéz e Isabel Valverde

25 de março: Salud Lopéz, Marta Leirado e Isabel Valverde

1 de abril: Sofia Fitas e Isabel Valverde

 

Calendarização: Danças Somáticas e Tecnológicas #2 / Corporealidades Pós-humanas – Março 2016

 

Horas/Dias Segunda 7 Terça 8 Quarta 9 Quinta 10 Sexta 11
10h-12h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
14h-16h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
18h-20h WK#2
Valentin Tzin
WK#1
Isabel Valverde
WK#2
Valentin Tzin
WK#1 Isabel Valverde WK#2
Valentin Tzin
21h30-23h Performance + Conversa com Valentin Tsin e Isabel Valverde

 

Horas/Dias Segunda 14 Terça 15 Quarta 16 Quinta 17 Sexta 18
10h-12h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
14h-16h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
18h-20h WK#3
Salud Lopéz
21h30-23h Performance + Conversa com Salud Lopéz e Isabel Valverde

 

Horas/Dias Segunda 21 Terça 22 Quarta 23 Quinta 24 Sexta 25
10h-12h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
14h-16h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
18h-20h WK#3
Salud Lopéz
WK#3
Salud Lopéz
21h30-23h

 

Horas/Dias Segunda 28 Terça 29 Quarta 30 Quinta 31 Sexta 1
10h-12h30 Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
14h-16h Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa Residência Colaborativa
18h-20h WK#1
Isabel Valverde
WK#1
Isabel Valverde
21h30-23h Performance + Conversa com Sofia Fitas e Isabel Valverde

Preço por sessão: 10€

As sessões são transmitidas em video live stream a partir do canal:  http://live.fccn.pt/uab/uab/

 

Equipa

Isabel Valverde (co-fundadora, coordenadora e curadora do projecto Corporealidades Pós-humanas/Danças Somáticas e Tecnológicas)

Isabel Valverde é performer, coreógrafa e investigadora transdisciplinar. Desenvolve criação artística desde 1986, no domínio da performance arte/dança a solo e em colaborações inter e transdisciplinares. Coreógrafa em transversalidade com materiais plásticos (visuais, sonoros, arquitetónicos) e as possibilidades somáticas de intercorporealidade inclusiva em experiências interactivas participativas performativas.

Doutorada em História e Teoria da Dança (UC.Riverside, BD/FCT), mestre em Artes Interdisciplinares (Inter-Arts Center/SFSU, Bolsa Fulbright/IIE), diplomada em Nova Dança (SNDD/AHK, ERASMUS), e licenciada em Dança (FMH/UTL). Realizou dois pós-doutoramentos em Danças e Tecnologias (BPD/FCT/POTCI) coordenando o CAT, Centro para as Artes e Tecnologias/IHSIS, e associada ao VIMMI/INESC-ID/IST. É investigadora associada do GAIPS/INESC-ID/IST e do Polo CIAC-UAb, Centro de Investigação em Artes e Comunicação. Autora da tese/livro Interfaces Dança-Tecnologia: um quadro teórico para a performance no domínio digital (FCG/FCT, 2010), traduzida do inglês. Fundadora e coordenadora das Posthuman Corporealities – Network Festival Symposium e do Festival Danças Híbridas – Contacto Improvisação e Prácticas Somáticas.

Participa e publica em revistas on-line e reuniões científicas internacionais em torno da corporealidade na condição pós-humana. Do trabalho artístico destaca, Depois do Duche Branco (1986), Baixo (com C. Schmidt, 1990), Desígnios do Corpo (1996), Blind Date (com Y. Melanitis, 2002), Fado Dança: que portuguesidade? (2003-presente), Blob Dança (2005-08), Weathering In/Senses Places (com T. Cochrane e outros, 2009-presente), e Dancing with Baxter (2015-) apresentados em festivais e conferências internacionais de renome, incluindo, a Bienal Int. de Arte de Vila Nova de Cerveira, Temps D’Image, DHRA conference, InterAct! Virtual Interactive Art Showcase (Second Life), LUA/Line Up Action, Metaverse Cultural Series, UpStage Festival, Hi-Dance Festival of Dance and Technology. Leccionou na UCDavies, UCRiverside, ESTAL, ULHT, e Instituto Piaget.

 

Valentin Tszin is a Russian choreographer, dancer and actor. Founder of PoemaTheatre (St. Petersburg / Moscow) and Butoh Village (Moscow) and co-founder of Butoh Channel Berlin.

Valentin has presented his work nationally and internationally in the Ukraine, Germany, the Netherlands, Japan, Colombia, Switzerland, Spain, Portugal, France, Scotland, Poland, Russia and Greece. He has produced and participated in numerous performance and collaborative projects, including “Out of the Forest” ARCHSTOYANIE Festival (Nikola-Lenivets, Russia 2013), “Ka te T’ui” gogolfest (Kiev, Ukraine) “Dostoevsky. The corpse.” (Tokyo, Japan 2014), “Infant Melee I and II” with Yuko Kaseki (Berlin, Germany 2014), “eX…it!” 6th international Butoh dance-eXchange and performance festival (Schloss Broellin, Germany), “RopeBerry” and “Instincts” Lieber Null Berlin.

Valentin studied and worked with Butoh Masters Carlotta Ikeda, and Ko Murobushi, Dairakudakan, also Flavia Ghisalberti, Ken Mai, Taketeru Kudo, singer Sainko Namchylak and many others.

 

Salud López (co-fundadora do projecto Corporealidades Póshumanas/Danças Somáticas e Tecnológicas)

Salud López é coreógrafa e investigadora gestual. Actualmente dirige el LaboratorioSLD “La pensée en mouvement” en «Tierra de nadie» De no man’s land à-nomal nomade. Expérience pédagogique en création y desarrolla la poiesis “Parad is0 no hay billetes”. Ha concebido un sinfín de proyectos como PistaDigital, Proyecto Paso, Bauhaus Catedrales y Catedral Cinetica, Coreógrafas Pret à Porter, endanza en lugar de creación.

Salud López es el fundadora y directora de LaboratorioSLD. Desde 1990 también dirige la compañía de danza contemporánea Octubredanza. Estudia Filosofía y Ciencias de la Educación de la Universidad de Sevilla, en otras escuelas de danza y compañías nacionales e internacionales. En 2005 creó Sevilla Corporativa Dance. Sus colaboraciones coreográficas incluyen artistas prominentes, como Andrés Marín, Israel Galván, y el Northern Stage Company de Newcastle. Salud López es el directora artística y responsable del proyecto endanza lugar de creación (Sevilla 2000), desde donde se apoya a empresas, grupos y agencias en la creación y difusión de sus proyectos y se realiza la Bauhaus Catedrales-Catedral Cinética-Cadenas de Cristal dentro del programa Internacional Mira! (Cultura 2000). Salud López impartió el talleres coreográficos para Master del Central Saint Martins College of Art and Design de Londres, y fue coordinadora en el Centro de Actividades Flamencas Mario Maya (1996-1998). Fundadora de la Asociación de amigos y profesionales de la danza, organizadora del Foro para el Desarrollo de la Danza en Andalucía (2006), desarrolló la investigación “Nuevos yacimientos para la mejora de la calidad del empleo y la empleabilidad de los trabajadores en el ámbito de la danza. Salud López crea y dirige la PistaDigital y premio “Creativa” (2007). También inparte formación en danza en España y en el extranjero. En la actualidad López trabaja en la obra “Parad is0, no hay billetes” entre otras.

 

Marta Leirado / ODARIEL PROJECT

Represent-acción y Creación Artística Inclusiva:

Performer con vientre en Artes Escénicas: Teatro Físico y Textual, Danza Contemporánea, Contact improvisation, Danza Butoh y Artes del movimiento. Terapeuta Psicomotriz y Psicodrama. Intérprete LSE

Represent-acción

La Represent-acción es el rito cumplido, es el canal de expresión artística del Performer. Es trabajo del Performer la honestidad del acto, el Acto que lo descubre ante el Otro. El Performer no representa una escena, una ausencia, es en sí mismo una partitura física, activa y deseante, una presencia; una intensidad provocada, el marco que permite al espectador sumarse a ese estado de intensidad. El Performer en su entrega trasciende a la persona diluyendo su identidad a través de las acciones, estas acciones están comprometidas con la realidad y con el hombre.

Creación Artística Inclusiva: Arte para/por/desde la diversidad funcional o Súper

Capacidades Especiales

En el camino hacia el Arte Responsable es papel del artista asumir los aspectos disfuncionales de uno mismo y de la sociedad, una vez integrados y reconocidos estos aspectos puede la diversidad ser una súper capacidad especial a servicio del Arte.

A título personal en mi investigación, no me interesa la danza desde la pirueta o coreografía virtuosa, no me interesa el teatro en la reposición de obras. Me interesa el devenir de la creación, me interesan todas las personas sin exclusión, su expresión creadora: el gesto espontáneo que desvela al ser, el movimiento que se da en lo que acontece. Este gesto no está en la élite especializada, esta acción se haya en lo cotidiano, en la belleza efímera y torcida. Pretendo dirigir mi ensayo hacia la expresión artística de lo cotidiano, hacia lo banal que se convierte en fundamental y empírico. El objetivo es el de promover una práctica sana y saludable mediante diversas herramientas de creación, a favor de la Autonomía e Identidad y a través de los procesos creativos hacia la expresión artística.

http://www.martaleirado.com

 

Sofia Fitas é coreografa e performer que vive e trabalha em Paris.

O seu trabalho coreográfico tem sido apresentado em Portugal, França, Bélgica, Espanha, Holanda, Croácia e Hungria. Intuição, experimentação e devir são palavras-chave na sua pesquisa coreográfica. O seu trabalho centra-se numa experimentação e desconstrução do corpo e do seu movimento, e põe em evidência uma interrogação sobre o indivíduo e a sua identidade, perturbando a definição de ser humano, questionando a nossa percepção e representação do corpo.

Sofia Fitas iniciou a sua formação em dança na Escola da Companhia de Dança de Lisboa em 1987. Em 1989 foi-lhe atribuída bolsa de estudo na Escola de Dança Rui Horta onde continuou a sua formação até 1992. No ano lectivo de 1992/93 prosseguiu os seus estudos em Londres no London Studio Center e Urdang Academy. Em 1994, já em Portugal, continuou a prática da dança clássica e iníciou o estudo de dança contemporânea (técnica de Release e de Body Mind Centering) com Francisco Camacho, João Fiadeiro, Clara Andermatt, Sofia Neuparth, Amélia Bentes, Peter M. Dietz. Prosseguiu com o estudo de técnicas de improvisação e composição coreográfica com Ana Macara, Martha Moore, Mary O’Donnell, Peter Hulton, Sofia Neuparth, Vera Mantero. Em 1999 conclui a Licenciatura em Dança na Faculdade de Motricidade Humana.

O desenvolvimento do seu trabalho coreográfico e de toda a pesquisa conceptual e artística implicada, incitaram-na a seguir em 2004 o mestrado em Estética/ Filosofia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa. Estes estudos foram completados e aprofundados, em Paris, na Universidade de Paris VIII – Saint Denis e no Centre National de la Danse, em 2006.

Do seu trabalho destaca as seguintes coreografias, FORA do ESQUECIMENTO, 1° Prémio no Concurso Jovens Criadores, Lisboa, 2000; EXPERIMENTO 1 (1° Prémio no 13° Festival Internacional de Dança Contemporânea das Ilhas Canarias, 2008; QUE SER ? Selecionado por AEROWAVES – Companhia Prioritária 2012; EXPERIMENTO 3, co-produzido por La Briqueterie, Centre de Développement Chorégraphique e apresentado na Biennale de Dança de Val-de-Marne, 2013.

Em Portugal lecionou em diferentes escolas, das quais destaca : C.E.M. – Centro em Movimento e o Espaço Evoé.  Atualmente Sofia prepara uma nova criaçao : Experimento 4 a estrear em 2016 e continua a apresentar as suas peças precedentes.

 

Equipa Técnica

Joana Martins (IST, PT)

Joana Martins é mestrança em Engenharia Aeroespacial, no Instituto Superior Técnico, UL. Desde muito nova conciliou os estudos académicos com os artísticos. De 2000 a 2008 estudou piano e violino na Companhia da Música de Braga, com o professor Oleg Martirosov. Treinou técnica de dança clássica e contemporânea em várias instituições, nomeadamente Estúdio Helena Mendonça (Braga), The Place (London Contemporary Dance School) e Espaço Dança Palmira Camargo (Lisboa, onde também é professora de ballet). Como bailarina dançou em vários projectos, incluindo a ópera Menina do Fogo, espectáculo de videomapping Rifaria Multimédia e em excertos de bailados como a Giselle, La Bayadère, Le Corsaire. Desde 2015 que colabora com o projecto Senses Places, como designer de interfaces.

Mike Mengucci (UAb/CIAC, IST/UL, PT/IT)

Nascido em Rimini, Itália, em 1969 de pai italiano e mãe sueca. Músico e compositor. Engenheiro doutorado em processamento digital de imagem, IST/UL. Residente em Lisboa, desde 1998 mistura as competências científicas com sua música, poesia e arte.

Tem experiência como professor de música em instituições do 1º ciclo (ATL), workshops de criação de bandas musicais com crianças e adultos, como músico em eventos de yoga, workshops de Slam Poetry e da aulas de programação multimédia.

Em 2010 fundou o coletivo Poetry Slam Lisboa, que organiza e apresenta periodicamente. Está empenhado na investigação para interação entre artes e tecnologia através do Laboratório de Interação com Oralidade (LabIO). Acredita na mistura de fontes artísticas para sua recíproca inspiração, e na arte como veículo de mensagem de pacificação e consciência espiritual.

Todd Cochrane (MNIT, NZ)

Todd Cochrane é um educador experiente no uso do MUVEs e técnico de informática. Dirigiu HCI, web de desenvolvimento e princípios de programação no Instituto de Tecnologia de Wellington, em Wellington, Nova Zelândia. É um especialista em desenvolvimento de software e interfaces com experiência em câmara web 3D para o Mundo Virtual. Realiza Doutoramento em educação sobre o uso do MUVEs de forma a torná-lo mais eficaz em contextos profissionais. Desenvolve e investiga software para arte e educação, e é professor titular de Serviços de Negócios, Tecnologias Digitais e Administração de Empresas na Marlborough Instituto Nelson de Tecnologia em Nelson, Nova Zelândia.

Sá Cabral (UE, PT)

Sá Cabral, é Artista Visual independente e Investigador Científico Transdisciplinar. Incide sobre a volubilidade física e a ampliação diametral do sujeito, susceptível a narrativas e critérios base à experiencia criativa. Professor convidado no Curso de Design da Universidade Europeia – Laureate International Universities, em Lisboa. Detentor de dois Póst-Doutoramentos, realizados com a colaboração de diversas Instituições, Nacionais e Internacionais, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (2006 a 2012). Doutorado Cum Laude, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona (2006), entre outros títulos, com o apoio da Fundação anterior e é Licenciado pela Escola de Tecnologias Artísticas de Coimbra (1999). De entre os vários projectos de investigação desenvolvidos desde o ano 2000, até ao presente, destaca os que contou com a colaboração de personalidades de reconhecido mérito mundial, como o caso do Catedrático Doutor Vincent Cararach (Barcelona), o Professor Ivo Pintanguy, Doutor Honoris Causa em diversos países, entre muitos outros. Participou em diversos seminários e workshops, e colabora activamente em diferentes projectos, como por exemplo o TAL – Trans-disciplinary Arts Lisbon ou a associação APM – Arte Pelo Mundo. Simultaneamente com a investigação, dirige e elabora obra artística, exibida em diversos eventos, Nacionais e Internacionais, desde 1998. Desenvolve trabalho de Curadoria e conta com diversas publicações de referência.